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Núcleo de Relações Internacionais debate cenário econômico global pós-pandemia

Núcleo de Relações Internacionais debate cenário econômico global pós-pandemia

O cenário econômico global diante da pandemia e a diplomacia moderna foram temas de uma reunião online do Núcleo de Relações Internacionais da Acib na quinta-feira (18). Sobre o primeiro tema, o professor de Economia e Negócios Internacionais, Mohamed Amal, falou sobre como a história da humanidade foi construída superando crises. Segundo ele, os dados apontam para a reconstrução de uma economia global. Porém, o  efeito deste um ano de pandemia não é apenas sobre economias localmente definidas, mas tem gerado um choque da demanda em nível global e ameaçado a globalização e o sistema de governança global.

Alguns temas que ganharam força dentro deste cenário de pandemia, segundo Amal, são: desigualdade social, meio ambiente e como construir a economia mundial. "Estamos perante uma revisão de temas que deixávamos marginais nas discussões mundiais”, apontou.  "Projeções mostram que nos países emergentes a retomada econômica terá uma velocidade maior. Provavelmente na América Latina vamos precisar de mais tempo. Isso não apenas reflete os impactos da pandemia, mas a forma como nossos governantes reagiram a este cenário ao longo do tempo”, afirmou o professor.

Ainda de acordo com o professor, vários organismos internacionais estão apontando para um cenário de desinvestimento. Além disso, grande parte das mudanças estruturais que observamos hoje não foram originadas pela pandemia, mas estão ganhando mais força e persistência, entre elas: o modelo de liderança chinês, que está se tornando uma força econômica que irá concorrer com os EUA em termos de liderança global; o Brexit, que mostra a intenção do Reino Unido em construir uma economia global; e os EUA, que está investindo significativamente na retomada econômica. 

Por fim, algumas perspectivas citadas pelo professor Amal: ”há uma tendência efetiva de reconfiguração das cadeias globais de valor, essas cadeias estão se tornando cada vez mais regionalizadas; o crescimento de investimento global do tipo horizontal e menos vertical; controle mais direto das operações M&A; revisão do sistema multilateral (OMC especificamente); e aceleração da transição para uma economia digital e disruptiva”. 

A diplomacia moderna e relações econômicas internacionais foram temas tratados pelo professor de Comércio e Economia Internacional e autor do livro “Diplomacia Moderna e Relações Econômicas”, Diogo Ribeiro. Ele citou a importância da Ásia como centro comercial para o mundo e acredita que a hibridização do sistema político pode ser o caminho para o futuro. Também citou que a desorganização social atrapalha as exportações. “É importante nossas economias emergentes avaliarem os planos de longo prazo. A Europa tem um estudo de cinco cenários possíveis até 2025, isso pode ser usado como modelo para outras economias. Entre eles estão: assegurar a continuidade, restringir-se ao mercado único, fazer menos com maior eficiência ou fazer muito mais, todos juntos”, apontou. Na opinião de Ribeiro, o Brasil ainda parece um pouco alheio ao processo diplomático. Mas, ele espera que se possa avançar nesse processo no pós-pandemia.

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