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Prevenção e projetos contra cheias no Vale do Itajaí são discutidos na Acib

Prevenção e projetos contra cheias no Vale do Itajaí são discutidos na Acib

 

Desde 2011 Blumenau não sofre com cheias, o que trouxe inúmeras adequações e melhorias referentes à prevenção. Na última segunda-feira (04) o tema foi destaque na reunião conjunta do Conselho Deliberativo e Diretoria da Associação Empresarial de Blumenau (Acib).

De acordo com o presidente da Acib, Renato Medeiros, as ações da Defesa Civil quanto à operação das barragens que compõem o sistema de proteção das cheias na região do Vale do Itajaí são de grande interesse dos empresários da região.

O convidado da noite foi o chefe da Defesa Civil de Santa Catarina, David Christian Busarello, que está à frente do órgão desde março de 2021. “Primeiramente é importante lembrar que a Defesa Civil de Santa Catarina não é nada sem a união dos municípios. Atualmente SC conta com vinte sedes da Defesa Civil”. 

“Lembro que não há previsão para enchentes e cheias para o Vale do Itajaí neste ano, mas, mesmo assim, trabalhamos diariamente para melhorias e prevenção de cheias através de projetos, estudos e obras”, informou. 

Projetos de prevenção de cheias

Inicialmente, Bussarelo apresentou os projetos de prevenção e mitigação de desastres na bacia do Rio Itajaí. “Dos projetos apresentados, já concluímos o radar meteorológico na cidade de Lontras que atingiu cerca de 77% de cobertura em SC, abrangendo cerca de 191 municípios. Concluímos uma obra na cidade de Presidente Getúlio, no Rios dos Índios, com um canal extravasor que tem como intuito a prevenção de cheias. Em Taió realizamos a contenção da barragem Oeste e o canal extravasor para melhorar o controle de vazão. Por fim, obras na cidade de Ituporanga que visam à proteção de todo o Vale do Itajaí”, observou.

“Também estamos realizando melhoramento do Rio Itajaí-Açú com aprofundamento da calha do rio, em Blumenau, Indaial e Gaspar. Sete novas estações de bombeamento, túnel extravasor em Blumenau e estação de bombeamento em Gaspar. Outra ação são os estudos ambientais estratégicos para melhoramento fluvial no Rio Itajaí-Açú, em Taió, Timbó e Rio do Sul”, comentou. Também foram apresentados estudos, projetos executivos e licenciamento ambiental para melhoramento fluvial que influenciam nas cidades de Ilhota, Itajaí e Navegantes. 

Barragem Norte – José Boiteux

Considerada uma das principais barragens da região, mas que está ocupada por uma comunidade indígena. De acordo com Bussarelo, o Governo do Estado, através da Defesa Civil, já deu início a todas as demandas, principalmente aos estudos ambientais para a avaliação do impacto social à comunidade indígena que habita no local. “A previsão é um custo de cerca de R$ 6 milhões envolvendo indenização da comunidade e recuperação das estruturas. Além disso, estimam-se R$7 milhões para a construção do canal extravasor da Barragem Norte”, informou.  

“Hoje ela está com a estrutura praticamente toda destruída. Atualmente a barragem funciona apenas manualmente, ou seja, conseguimos abrir e fechar manualmente as comportas. O intuito é realizar isso de forma automatizada”, completou.

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