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O jornalista Moacir Pereira foi convidado para um debate com a diretoria e o conselho da Acib nesta segunda-feira (03). O colunista da NSC comentou sobre os candidatos à presidência, que até segunda-feira (03), somavam 13. Ele falou sobre os cenários que apontam o anseio pela mudança e a força do voto da juventude nas prévias atuais. “Essa parcela não costuma mudar seu voto”, sinalizou.
A grande dúvida levantada é quem vai para o segundo turno. A análise crítica de Moacir apontou para problemas como a salada ideológica destas eleições, uma “sopa de letras”; as coligações como frutos de conchavo; a ausência de projetos, ideias, compromissos; e o desencantamento do eleitor, que aponta para um alto índice de abstenções, votos nulos e brancos; a exclusão dos problemas do debate político; e uma baixa renovação.
Ele também fez uma análise sobre os candidatos ao governo de Santa Catarina, apontando aqueles que considera ter mais força.
O colunista também listou os desafios da segurança em Santa Catarina para o próximo governador e a necessidade de novos investimentos no Estado. Destacou ainda que o sistema político está falido. “É preciso reduzir o número de partidos”, apontou como necessidade primordial, destacando outros problemas como a falta de credibilidade da Câmara e do Senado perante o eleitorado.
Moacir destacou que “as fake news são apontadas como um problema, principalmente, na reta final das eleições”, destacando o amplo poder de estrago do whatsapp na propagação dessas informações falsas. “O e-mail você controla, o Facebook também, mas o whatsapp é complicado, a velocidade com que as notícias falsas se propagam é muito grande”, afirmou.